por Selma Godoy

Dando um “upgrade” na autoimagem - Parte 3

Dando continuidade ao tópico: aceitação para o desenvolvimento da autoestima, vamos ver alguns pontos de reflexão através do exercício:

Complete as afirmações abaixo:
Se eu aceitasse que eu sou especialmente diferente eu pararia de...  
Se eu aceitasse meus verdadeiros sentimentos e me desse total crédito, eu...
Se eu realmente me quisesse bem e me colocasse em primeiro lugar eu pararia de...
Se eu parasse de considerar o que os outros falam e olhasse com meus próprios olhos eu...
Se eu parar de dar apoio aos outros para cuidar de mim eu...
Se eu me acostumar a dizer sim para mim -  e não para os outros - eu...

Ao completar as afirmações acima, você refletiu sobre pontos importantes:

1.  Em que você talvez desse mais valor às percepções alheias e ignorasse seu próprio sentir. Todos nós podemos nos abastecer de conteúdos que nos tragam discernimento, seja através de pessoas, livros ou cursos, mas tudo deve passar pelo crivo do  bom senso, caindo fora das “alucinações” que o povo está inserido. Você já reparou? Tem orientador para tudo, desde os catedráticos que têm “respaldo científico” àqueles que se dizem “intuídos”. Mas, por ignorância ou conveniência, descartam a Individualidade.

2. Em que se deixasse de lado para cumprir “conveniências” sociais. Que nada mais são do que fazer pelo outro esperando receber algo em troca. Este é um jogo que, em geral, não traz os resultados esperados pelas seguintes razões:

- 1º. Porque se está focado em uma “previsão negativa”, ainda que subliminar ou semiconsciente, que você precisará da ajuda do outro, ou porque se vê como dependente.

- 2º. Não foi um acordo “declarado” em que as duas partes estavam cientes das suas “obrigações”.

- 3º.  Fazem-se pressuposições que resultam em decepção.

- 4º. É comum vestirmos o “papel social” que é a maior causa da infelicidade. Neste lugar deixamos de lado a essência, e por isso nos distanciamos do outro. Além disso, outras vezes, por termos sido ajudados nos sentimos gratos e “firmamos” um compromisso. Até que “cai a ficha” de que não faz mais sentido.

Ao começar a dizer “não” para aquilo que não se está interessado, você pode se surpreender com o alívio que sentirá. Assumida a nova postura você será mais respeitado. Desde que, você fique esperto e não deixe a cabeça “cobrar” as velhas posturas!

Na próxima semana, vamos falar do fundamento que chamamos de: autoafirmação. Até lá!

Confira também: Parte 1 • Parte 2 • Parte 3 • Parte 4 • Parte 5 • Parte 6

Selma Godoy

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Terapeuta de Aconselhamento. 20 anos pesquisando Espiritualidade, Comportamento e Psicologia.