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por Andrea Pavlovitsch

Limpeza para o fim do ano

O mais importante é a limpeza emocional que isso traz. Parece que são só tranqueiras, coisas, objetos, mas você vai ver muito lixo emocional indo junto. Isso libera as energias para as listas de começo de ano, e nos ajuda a ser mais felizes e construir um futuro melhor. Que tal colocar as mãos na massa, hein?

Você deve estar pensando: “Poxa, 2015 já acabou”. Não é bem assim. Dá para fazer muita coisa em 2015, ainda, mas sabemos que tudo fica mais complicado. Começa a correria, tudo precisa ser encerrado. E no meio do caos olhamos pra nossa listinha de promessas de 2015 e suspiramos. Deu mesmo para realizar tudo o que você queria ou precisava?

É complicado fazer listas, mas é útil. Elas precisam ser específicas, tem algumas regrinhas básicas que falarei em um novo texto. Mas primeiro vamos pensar no que precisamos limpar. 

Limpar 2015, para começar bem 2016.

E comece sempre pelo mais fácil. Sabe aquela arrumação de armários e gavetas? Comece por aí. Chega de ficar guardando tralhas em casa. Em dois meses, por mais bagunçada que esteja a sua casa, 

dá para fazer isso. Você começa fazendo três caixas (ou sacolas, ou o que quiser) com etiquetas: DOAR, CONSERTAR e MANTER. Em cada uma delas você coloca as roupas, objetos, sapatos e toda a sorte de tranqueiras entulhadas. Na de doação, coloque aquelas coisas que ainda estão em bom estado, mas que você simplesmente não quer mais. Roupas que, quando você comprou pareciam ótimas, mas, sei lá, nunca usou. Aquele aparelho de celular de uma promoção, que você usou dois meses, mas depois comprou um melhor. Aqui valem também vendas. Se você achar que dá para vender na internet (existem milhões de sites de vendas), desapega mesmo. Dá para levantar uma graninha para o Natal ainda. Depois, é só procurar uma instituição e doar o que restou.

Na de consertos coloque isso mesmo, coisas boas, mas que não ficam bem ou não estão funcionando. Às vezes temos uma peça de roupa ótima, mas um pouco grande. 

Mande apertar e terá uma roupa nova. Aquela calça que precisa de bainha, uma saia longa que pode virar curta, aqui vale a imaginação. Separe um dia para levar tudo para uma boa costureira. Também valem para objetos que você mesma pode consertar (como bijoux quebradas, por exemplo) ou aparelhos eletrônicos que você deixou encostado por preguiça de mandar arrumar. Consertar é válido, mas veja se vale a pena. Às vezes jogar fora e comprar um novo é mais negócio.

E o terceiro é lixo mesmo. Aquelas roupas gastas que você insiste em dizer que são “confortáveis” ou “para ficar em casa e lavar o quintal”. Você até pode ter uma muda de roupa de faxina, mas é só uma mesmo. Seu marido ou esposa não merecem ver você molambento só porque está em casa. Roupas confortáveis também podem ser agradáveis aos olhos, não é? Coisas quebradas, e que não tem mais jeito, devem ir para o lixo imediatamente. Vidros lascados podem ser perigosos, pratos surrados, manchados. Claro que você pode ir jogando fora conforme consegue comprar novos, mas já os condene. Roupas velhas não servem para pano de chão, isso é muito antiprosperidade.

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Andrea Pavlovitsch

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Terapeuta porque adora ajudar as pessoas a se entenderem. Escritora pelo mesmo motivo. Apaixonada por moda, dança, canto e toda forma de arte. Adora pão de queijo com café e não pretende mudar o mundo, mas, quem sabe, uma pequena parte da visão que temos dele.