por Giovanna Sapienza

Despertar - Escolhas conscientes para a sua vida

Desde pequenos somos condicionados a estudar e ter uma profissão, a famosa frase: “Ser alguém na vida”. Fazer uma carreira, para maior parte das pessoas, significa fazer uma faculdade que você nem conhece, estudando algo que você não gosta, para passar a vida toda sendo taxado por um rótulo e vivendo daquilo que não te completa.
 
Estudar é ótimo e construir uma carreira é melhor ainda, desde que isso tenha algum significado para você, e que este significado vá além do dinheiro. Não adianta fazer planos mirabolantes de vida, achando que depois da aposentadoria você terá o sossego que merece. A vida está no hoje, não desperdice sua energia e todos os seus dias fazendo algo que não acredita.
 
Viver vai muito além de agir conforme os padrões e regras que a sociedade lhe impôs, viver é estimular pessoas e situações, passar por experiências, construir coisas que você acredita e que possuem valor para você.
 
Imagine só você passar seus dias realizando coisas pueris, sem significado algum, e devido a um súbito e inesperável problema você ser arrancado de sua rotina. Repentinamente você perde a chance de fazer aquilo que realmente acreditava, perde a oportunidade de realizar coisas que você caracteriza como grandiosas, seja por um acidente, uma doença ou qualquer outra fatalidade.
 
Este exemplo pode parecer um pouco dramático e extremista, mas o fato é que se você não acordar o tempo continuará passando, e quando você olhar para trás todas as chances terão passado e tudo terá ido embora.
 
Renascimentos
 
Escutamos diariamente histórias espalhadas pelo globo de pessoas que enfrentaram algum tipo de dificuldade extrema, superaram e a partir daí reestruturaram suas vidas completamente. Pessoas que, devido a uma fatalidade ou doença grave, perceberam o valor real de suas vidas e buscaram de todas as formas renovar-se.
 
Tudo neste mundo possui muito mais significado do que imaginamos. Há tempos nossa sociedade vem se perdendo em um mar de problemas, doenças comportamentais, vícios e conceitos completamente distorcidos. Como estamos todos seguindo os mesmos modelos, não percebemos o quão nocivos e autodestrutivos são alguns pensamentos, comportamentos e atitudes que adotamos na vida.
 
 
Infelizmente somos levados a extremos diariamente, sem nos darmos conta da importância de nosso corpo, de nossa mente e sentimentos. Não aprendemos a nos conhecer, a nos estimular, a desenvolver o autoconhecimento e a respeitar nossos limites. Vivemos em uma sociedade onde ser workaholic é a coisa mais normal do mundo, mesmo que isso esteja  te matando aos poucos.
 
Pare agora e se observe. Qual o caminho que a sua vida está tomando?
 
Mudanças e concretizações
 
A mudança é possível e não exige qualquer radicalismo, é necessário somente um pouco de bom senso e força de vontade. Comece a se analisar, a se perceber. Liste agora todos os desejos e sonhos que estão dentro do seu coração e que foram deixados para trás. Nenhuma mudança deve ser feita de maneira brusca ou traumática. Alcançar uma nova vida e novos hábitos é um trabalho que deve ser feito aos poucos, degrau por degrau, afinal você não construiu a sua situação atual da noite para o dia.
 
Leia, pesquise alternativas que podem te tirar desta rotina fulminante. Esteja aberto para buscar novas alternativas de restabelecer e conservar a sua saúde, como alimentação, exercícios, terapias integrativas, conhecimento, sentimentos positivos e espiritualidade. Hoje temos ao nosso alcance diversas técnicas, trabalhos e frentes de estudo que podem te auxiliar nesta busca e concretização de uma nova vida, com qualidade e consciência, basta querer!

 

Giovanna Sapienza

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Terapeuta Holística, Jornalista e espiritualista, fundadora do projeto Saber Pleno. Amante de arte, comunicação e natureza, já estuda espiritualidade e novos caminhos para saúde e bem estar há 5 anos. Acredita muito nas relações pessoais, nos processos energéticos e nos bons sentimentos como caminho para uma vida feliz.

Frase de cabeceira: “A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.”