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por Silvia Ligabue

Você é o seu próprio prisioneiro? Liberte-se

Através da orientação de outros fomos criados e, esta orientação é voltada para o externo, para que possamos fazer tudo correto conforme o ambiente que estamos inseridos. Não aprendemos a desenvolver o autoconhecimento para sermos nossos grandes parceiros, a fim de desenvolver nossa autoaceitação que nos levará a saber quem somos, o que queremos e o que nos faz feliz.

Em um universo formado, segundo a ciência, por muito mais de 200 bilhões de galáxias, imagine quem sou eu? Mesmo dentro desta imensidão, não deixo de ser único e me diferenciar dos demais.

Por mais que tenha sido guiado para me encaixar nas verdades externas ou sociais, ainda assim, não me sinto confortável com o que recebi de instrução, embora seja conhecedor desta condição imposta. Surge aí a prisão humana. Como disse Mahatma Gandhi: “A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência”. 

Ser livre é ser consciente. E o que é consciência? Segundo o dicionário “consciência é o conhecimento ou sentimentos próprios que auxiliam uma pessoa a perceber o que acontece na sua própria vida”.  

Muitas vezes nos aprisionamos e não nos damos conta. Esta reclusão se deve à falta de consciência e em consequência disso surgem nossos medos, inseguranças, crença que somos incapazes, posturas interiores que travam a nossa vida.

O medo é um sentimento que traz à tona os pensamentos mais autodestrutivos, trazendo as emoções mais negativas que existem dentro de nós, a falta de esperança, raiva, tristeza, ciúme, mágoa. Ele nos paralisa, deixa ao nosso redor tudo muito nublado. Costumo dizer que muitas vezes somos pássaros na gaiola com a porta aberta, e não nos damos conta que podemos sair e voar, principalmente quando o medo nos invade.

Através do autonhecimento e da aceitação das situações vividas como consequência de suas ações é que você não entrará na posição de vítima, culpando o externo e terá consciência de quem você é exatamente e para onde quer seguir. 

É sabido que esta forma de se colocar o impossibilita de realizar o que almeja nas diversas áreas da sua vida, gerando ainda em relação ao outro a raiva decorrente de seu alto grau de expectativa sobre ele e em decorrência uma grande frustração.

Existe de fato a possibilidade de você se responsabilizar e com isso se libertar para fazer um caminho melhor? Entenda que a medida que se conhece, se aceita e confia de fato em si mesmo, você terá a certeza de que se algo não saiu como você gostaria, você poderá tentar novamente e aprender com o fracasso, percebendo que o caminho do sucesso está cheio de fracassos. Ao contrário de se desmotivar você tentará de novo e de novo, para que conquiste o que deseja.

Deixe que sua vida deslanche, assim você não será prisioneiro de si mesmo. Liberte-se, a sua consciência não quer o pior para você, ela quer vê-lo realizado e feliz. Quer ainda uma vida de suficiência e não de carência, onde você terá tudo que necessita para estar em paz com você mesmo.

 

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Silvia Ligabue

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Psicóloga Transpessoal e facilitadora do "Encontro de Mulheres Online".

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