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por Andrea Pavlovitsch

Cuidado com o excesso de informação

São tempos difíceis e estranhos, mas algumas coisas continuam muito parecidas, e essas coisas podem gerar uma transformação de consciência e tornar esses tempos um pouco menos complicados. Eu estou falando das notícias e das informações que chegam até nós.

Ontem à noite fui dormir pensando em qual poderia ser o tema deste artigo e no meio da noite tive um sonho que não era exatamente um pesadelo, mas que também não era muito agradável. Sonhei que pequenas criaturas assustadoras e muito estranhas tentavam me levar para um estado de medo. Elas pareciam mais coisas de desenho animado ou de filme de fantasia do que realmente coisas assustadoras. Acordei deste sonho e imediatamente perguntei às criaturas, ainda naquele estado meio dormindo, o que elas eram. Essa é uma técnica que eu uso bastante para a análise dos meus sonhos.

Mulher em foto preta e branca cabisbaixa

Elas me olharam incrédulas, como se não soubessem o que deveriam estar falando. Uma olhava para outra, pensando: “O que a gente responde pra ela agora?” Lá pelas tantas, alguma delas teve a coragem de me dizer em alto e bom som: somos os seus medos. Somos todas aquelas notícias que você vê sem querer no Facebook ou que acaba assistindo na TV. Somos o seu medo de ficar doente ou de ver pessoas próximas a você doente. Mas estamos aqui só tentando te assustar.

De fato, as notícias existem e muitas delas, senão a maioria, são reais. Mas são também bastante desnecessárias. De fato, existem complicações do coronavírus, por exemplo, mas são coisas extremamente raras, então por que eu preciso saber aquilo? A guerra por quem consegue dizer mais coisas sobre o corona começou já há algum tempo, e isso pode acabar com a nossa saúde mental.

Coronavírus: O que as previsões dizem a respeito?

E não, não estou falando somente do corona, estou falando de todas as crises e tragédias pelas quais já passamos na vida. E não, não estou falando somente da mídia; estou falando daquela tia que insiste em colocar notícias horríveis no grupo da família, estou falando daquela sua amiga que está sempre sendo pessimista perto de você, estou falando daquelas pessoas que têm tendência de ir pro fundo do poço e acabam querendo te levar junto.

Mulher sentada em frente ao notebook com celular na mão e óculos na outra

Neste momento não precisamos de máscaras apenas para evitar que o vírus entre em nossa boca ou em nosso nariz; precisamos de filtros mentais que barrem a chegada de informações que não são realmente relevantes neste momento de nossa vida e que só estão aqui para nos assustar.

Criar esses limites pode ser a diferença entre a saúde e a doença, não somente do corpo físico, mas também a saúde mental. Eleja uma fonte de confiança e, se quiser acompanhar os números e as informações, use sempre esse canal de confiança. A maioria das informações é falsa ou é irrelevante, então não precisamos manter tanto contato com elas. Cuide de si e da sua saúde em todos os âmbitos para sair também desta quarentena saudável.


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Andrea Pavlovitsch

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Psicoterapeuta, taróloga e numeróloga, comecei minhas explorações sobre espiritualidade e autoconhecimento aos 11 anos. Estudei psicologia, publicidade, artes, coaching e várias outras áreas que passam pelo desenvolvimento humano, usando várias técnicas para ajudar as mulheres a se amarem e terem uma vida de deusa. Mãe da Nina de quatro patas, gosto de viajar, ler e sempre continuar estudando.

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