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por Camila Caproni

Anjos disfarçados de mãe

Imagine um emprego onde você não possua qualquer benefício como salário e férias. Onde a carga horária seja de vinte e quatro horas diárias, sete dias por semana, sem horário para almoço ou descanso. Você aceitaria?

Acredite, alguém que você conhece, e muito bem, já aceitou antes mesmo de você nascer. E muitas dariam tudo por essa vaga. Estamos falando do papel de Mãe.

E a gente se pergunta como um ser humano pode se doar tanto por outro?! Talvez, como muitas vezes ouvimos de nossas mães, só vamos entender o tamanho desse amor quando tivermos um filho. Mas será que o amor de uma mãe para com um filho é maior do que de um filho para com uma mãe? Já me fiz essa pergunta várias vezes.

Para cada pessoa, sentimos um amor diferente. Existe amor de pai, amor de mãe, de irmão, de marido ou namorado. O sentimento amor possui um leque de intensidade e tipos.

E quem é que não precisa ou sente falta de um colinho materno de vez em quando? Afinal, nunca deixamos de ser filho. Não há como exprimir tamanho cuidado e proteção. Quem é filho nunca saberá entender a virtude de ser mãe.

Nossas mães não são perfeitas aos olhos de outros, assim como não enxergamos perfeição nas mães de amigos ou parentes. A perfeição só será adequada a nós, filhos apaixonados. Apaixonados por sua presença, por sua coragem e por seu amor.

Mães de sangue, mães de coração, “pães” (mãe e pai ao mesmo tempo), duas mães (relacionamento homo afetivo), mães na alma (que já partiram), não importa qual o tipo da sua família, mas sim o amor que lhe é proporcionado por esses anjos de Deus.

Um VIVA as nossas mães heroínas de todos os dias! Não só hoje, mas sempre! Parabéns mamães!

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Camila Caproni

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Aspirante a jornalista. Se perde e se encontra no mundo das palavras. Observadora do comportamento humano.
Apaixonada por cães e suas peculiaridades. Autocrítica nas horas vagas e fã de fotografias e chocolates Ferrero.