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por Andrea Pavlovitsch

O que é pra ser nosso...

... sempre dá um jeito de nos alcançar. Essa frase é atribuída Chico Xavier – ou a Clarice Lispector, vai saber. Mas ela é de fato extremamente sábia. A questão é que sempre a entendi de uma maneira errada. Mas a maturidade, essa maravilha da natureza, acabou me mostrando uma nova maneira de olhar para ela.

A grande verdade é que somos tudo. Somos uma grande gama de possibilidades. Acessamos partes nossas 24 horas por dia. A questão é que não sabemos lidar com o nosso interior tão bem quanto lidamos com o nosso exterior. De fato, o que é pra ser nosso vai dar um jeito de chegar até nós. Ou melhor, nós daremos um jeito de aquilo chegar até nós.

Na primeira frase, a responsabilidade é de uma força oculta. Talvez o destino, as forças espirituais, as tendências de mercado. Na segunda frase, eu ensino meu cérebro a encontrar caminhos que me levem até aquilo que eu realmente desejo. E acreditem em mim: isso sempre funciona.

Mulher deitada no chão olhando para cima

Ontem saí de casa disposta a comprar um enfeite de Natal. Eu pensava em alguma coisa com groselhas, aquelas pequenas frutinhas vermelhas que costumam enfeitar as árvores americanas. Sempre achei muito bonitas. Mas não queria gastar muito, já que pretendo mudar toda a decoração no próximo ano.

Pois bem, fui até uma loja de plantas, que eu sei que vende enfeites de Natal. Quando ainda estava na parte das plantas, vi um enfeite artificial feito com essas frutinhas. Pensei imediatamente: eu devo achar aqui aquilo de que preciso.

Entrei na loja e vi uma infinidade de enfeites de Natal. Mas uma placa me chamou mais atenção: 30% de desconto. O meu cérebro já havia escaneado duas coisas de que eu gosto muito: as tais groselhas e desconto. Pus-me a procurar alguma coisa que atendesse a minha expectativa. Depois de procurar um pouco, encontrei um enorme ramo cheio de groselhas, azevinhos e pinhas. O preço era de 56 reais, mas ainda tinha 30% de desconto. Simplesmente perfeito!

No caminho para o caixa, duas pessoas me pararam para perguntar onde eu tinha encontrado aquele ramo. Dei a orientação, mesmo sabendo que possivelmente não havia mais galhos como aqueles. E segui feliz para casa, com os meus novos enfeites.

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A isso chamamos cocriação. Imaginar, ter uma ação e criar. Não, eu não tenho o poder de materializar o ramo naquela loja. Mas temos um poder de intuir em qual loja aquilo poderia estar, da exata maneira como queremos: com groselhas e descontos.

Falarei mais desse assunto nos próximos artigos. Mas a primeira coisa que precisamos aceitar é que somos 100% responsáveis por tudo que acontece na nossa vida. Até a próxima!

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Andrea Pavlovitsch

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Psicoterapeuta, taróloga e numeróloga, comecei minhas explorações sobre espiritualidade e autoconhecimento aos 11 anos. Estudei psicologia, publicidade, artes, coaching e várias outras áreas que passam pelo desenvolvimento humano, usando várias técnicas para ajudar as mulheres a se amarem e terem uma vida de deusa. Mãe da Nina de quatro patas, gosto de viajar, ler e sempre continuar estudando.

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